TD7: Educação e a Produtividade Econômica entre 2016 e 2022
Texto para Discussão #7
Publicação:
O presente trabalho observa a evolução de dados educacionais do estado do Rio Grande do Sul, conjuntamente com informações do Brasil de 1950 até 2024 e compara com Estados Unidos, Portugal, Suécia e África do Sul. O olhar desta análise passa por questões como a desigualdade de renda, a produtividade do trabalho e o aprendizado das crianças e jovens nas escolas brasileiras, focando nos resultados gaúchos.
Foi analisada a evolução na quantidade de formações do ensino fundamental, ensino médio e ensino superior no período de 1950 até 2020 do Brasil, utilizando dados do Wittgenstein Centre /Our World in Data e dados do Ibge pela Pnadc (Pesquisa Nacional Domiciliar Contínua) até 2024. A participação de cada uma destas formações no total de formandos e total da população foi objeto de comparação com os EUA, dando ênfase para o estado do Rio Grande do Sul. Projeções das três formações – ensino fundamental, ensino médio e ensino superior – foram realizadas até o ano de 2100, na busca de subsidiar as políticas públicas em função das demandas necessárias com a distribuição projetada da população.
Comparações do Brasil com os Estados Unidos, Portugal e Suécia quanto ao desemprenho no PISA (exame internacional de Matemática, Leitura e Ciências) antes e depois da pandemia mundial de Covid19 em 2020, também foram objeto de investigação, mostrando o impacto devastador desta tragédia sobre o aprendizado de crianças e jovens em diferentes realidades de renda.
Como resultado positivo e alentador da educação, temos o aumento da Produtividade do Trabalho na economia gaúcha entre 2016 e 2022, devido prioritariamente pelo crescimento do Capital Humano. Dito de outra forma a qualidade da educação gaúcha ao capacitar seus cidadãos é o principal componente de aumento da produtividade do trabalho no Rio Grande do Sul, sendo superior a produtividade do restante do Brasil.